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  • Foto do escritorAna Lúcia Rafael

Quais são os grandes desafios da empatia?

Quais são os grandes desafios da empatia? Já se fez essa pergunta? Em tempos onde muito se fala sobre a necessidade de sermos pessoas mais empáticas, considerar os desafios diante deste objetivo também merece nossa atenção, não é verdade?



Desafios da empatia: entendendo o cenário

Uma matéria da Revista Forbes, indicou que:

“Aproximadamente 20% dos novos negócios falham nos primeiros dois anos e que um estudo de 2014 da Nielsen descobriu que os negócios que têm sucesso se concentram em “se colocar no lugar do consumidor para descobrir os principais insights orientados pela demanda”, o que em outras palavras, significa que se concentram na empatia com o público.

Por aqui, no Brasil, se por um lado pesquisam apontam que nosso País é gentil, alegre e possivelmente campeão em simpatia, por outro lado, não se pode dizer o mesmo em relação à empatia.

“Quem nunca sofreu por falta de empatia, quem nunca se sentiu julgado ou criticado, quantos relacionamentos foram finalizados pela dificuldade de se colocar no lugar do outro, dentro do seu contexto, de sua vida?” – Ana Lúcia Rafael

Antes de tocar no assunto das barreiras e desafios da empatia, gostaria de colocar uma das definições que mais gosto sobre ela, do psicólogo austríaco Alfred Adler:

“Olhar com os olhos do outro, ouvir com ouvido o outro, sentir com o coração do outro.”

Há de fato, diversos tipos de barreiras que nos impedem muitos vezes, de colocar em prática na nossa empatia, tais como:

  • preconceito;

  • comodismo;

  • negação, entre outras.

Como rompê-las?

Entenda que se trata de um exercício que implica em se imaginar vivendo a vida do outro, no lugar do outro.

Conforme comentei na minha entrevista aqui para o site:

“Claro que quando há exagero na empatia pode ser prejudicial, uma vez que a pessoa pode vir a ter dificuldade em usufruir das coisas boas de sua vida preocupando-se em demasia com os outros.”

Contudo, é preciso considerar que se trata de uma habilidade a ser desenvolvida. O ideal que fosse trabalhada desde a mais tenra idade, como já é feito e proposto por muitos países e organizações mundo afora.

Acredito que como estratégia para lidar com os desafios, podemos aprender a nomear emoções, e assim se colocar no lugar do outro. Busque ainda saídas criativas para desafios diversos. É notório o quanto a autoempatia colabora para maior aceitação diante de falhas e desejos diversos.

“Acredito genuinamente que é uma habilidade que pode mudar o mundo!! É possível discordar e até mesmo evitar a convivência, porém a empatia convida para maior compreensão, colaboração, diálogo, menos crítica e julgamento.”

E você, preparado (a) para superar os grandes desafios da empatia?




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